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Saturno em Virgem: há tempo de nascer e tempo de morrer
Com o ingresso de Saturno no signo de Virgem, fato que aconteceu no dia 02 de setembro passado.
Na mitologia romana, Saturno era o Deus que protegia a agricultura, o plantio e a colheita. Ele correspondia ao Deus Chronus da mitologia grega, filho de Urano e Geia (a Terra) e pai de Júpiter (Zeus). Segundo a Wikipedia, designa-se por cronologia (do grego chronos, tempo + logos, tratado, estudo) a descrição ou registro de eventos organizados em função do tempo, numa seqüência ordenada de ocorrências. Por essa razão, sob a influência desse planeta nos sentimos presos ao tempo, como que atados por correntes de um destino que nos impedem de andar tão depressa e onde gostaríamos. Dessa forma, psicologicamente, Saturno pode representar um processo restritivo e limitativo em muitos sentidos. Saturno é o cercado onde a mãe natureza coloca seus filhos e esse cercado nos impede de ir para aonde queremos. Ele representa o limite, o nosso limite pessoal ou, no caso do Brasil, o limite imposto aos seus dirigentes. O seu papel é aquele de um pai, que nem sempre pode parecer bondoso aos olhos dos filhos, mas que certamente colocará barreiras e limites em seu caminho, fará cobranças e imporá deveres para que eles cresçam seguros e fortes, tornando-os independentes e responsáveis. Esse é o papel de um pai, não é mesmo?
Para os virginianos, Saturno não irá representar uma grande prova já que ele rege um signo de Terra (Capricórnio) e portanto um signo naturalmente relacionado com a materialidade, a rotina, o dever e a responsabilidade. Sua ação foi sentida duramente nestes últimos dois anos e meio, pelos leoninos, de natureza fogosa. O virginiano agüenta bem as responsabilidades, aceita restrições e rotinas sem se queixar e tem capacidade de ‘dar tempo ao tempo’. Uma das maiores qualidades dos virginianos é aquela da organização. Para organizar algo precisamos analisar, definir prioridades e ordem de colocação e finalmente definir valores.
1 - Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
2 - Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
3 - Tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar;
4 - Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
5 - Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
6 - Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora;
7 - Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
8 - Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
9 - Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha?
Assim, como vemos, é o Deus do Tempo que nos acorrenta inexoravelmente num eterno ciclo de morrer e renascer.
http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=06704
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Mário
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14h06
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INAÇÃO
Eu estou fazendo um curso à distância muito interessante: Conduzindo um Curso Online. O curso é ofertado pelo CEP - Centro de Educação Profissional de Ceilândia. Há textos muito interessantes e questões intrigantes. No entanto, tenho tido muita dificuldade em começar e concluir as tarefas propostas. Não por elas, em si. Mas, talvez, porque vivo um momento, como bem definiu um amigo, de “inação”: não consigo iniciar, apertar a tecla “start”.
Conforme esse amigo, o grande o astrólogo Tato Neves, a inação seria em razão da conjunção de Saturno com meu Sol natal em virgem. Saturno provoca uma lentidão, um retraimento, uma certa morosidade das ações. Assim, a minha capacidade de análise virginiana está mais lenta. Cabe ressaltar que as ações e análises desenvolvidas sob Saturno são mais demoradas mais são mais consistentes e conseqüentes.
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Mário
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13h55
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Há tanto tempo que eu deixei você
Há tanto tempo que eu deixei você
Fui chorando de saudade
Mesmo longe não me conformei
Pode crer
Eu viajei contra a vontade
O teu amor chamou e eu regressei
Todo amor é infinito
Noite e dia no meu coração
Trouxe a luz
Do nosso instante mais bonito
Na escuridão o teu olhar me iluminava
E minha estrela-guia era o teu riso
Coisas do passado são alegres
Quando lembram novamente
As pessoas que se amam...
Em cada solidão vencida eu desejava
O reencontro com teu corpo abrigo
Ah! Minha adorada
Viajei tantos espaços
Prá você caber assim no meu abraço
Te amo!
Composição: Cleberson Horsth - Aldir Blanc
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Mário
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15h31
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O mapa conceitual do nosso amor
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Mário
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23h59
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Posta no meu blog
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Mário
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14h38
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Descobrindo o significado o amor e da amizade no relacionamento
Descobrindo o significado o amor e da amizade no relacionamento
Você é uma pessoa que sei que posso contar.
Sabe quando sorrir e quando ficar em silêncio.
Sabe a importância de segurar na mão.
Sabe o que e quando deve falar.
Sabe o que eu sinto.
É ótima companhia para apreciar um por do sol em silêncio.
Sempre vê algo positivo em mim. É sempre sincero comigo.
Se dá por inteiro. E quando não dá eu tomo o eu por inteiro! kkkk
Com quem é muito bom dividir um crepe,
Um açaí ou um prato de comida.
É muito bom de se abraçar.
Sabe o que se passa no meu coração.
Divide confidências como ninguém.
Acima de tudo posso chamar de amigo! E é exatamente aqui que eu considero que evolui!
E sei que significo tudo isso para você também.
Por essas e outras, você é muito especial para mim.
Fabrícia Chagas
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Mário
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14h42
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Descobrindo o significado da felicidade...
Conversas com meu amor...
Descobrindo o significado da felicidade...
----- Original Message -----From: Fabrícia ChagasSent: Tuesday, October 02, 2007 10:48 PMSubject: Estou muito feliz!Meu amor,Vc nem imagina a maravilha que aconteceu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Surpresaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Estou louca de felicidade!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Amanhã eu não vou ter aula pela manhã, a professora de FDA deixou o horário dela para nos dedicarmos a semana de extensão!Oba! Vou dormir até tarde!Só preciso ir para a aula das 13:00! E mais: Teremos aula com o monitor da Bidô, ela está viajando!Estou emocionada! Espero não ter que correr na chuva! kkkkkSábado a Vanessa não poderá ir com a gente para o baile do professor, infelizmente ela já comprou ingressos para um show!Amor, é sempre lindo ver você me esperando na porta da escola! Muito obrigada!Vc é meu lindo!Gosto demais de você!Beijos
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Mário
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20h41
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Volta
Depois de muitos meses, volto hoje a blogar minhas imagens, palavras e falar de minhas viagens...Viagens como está, ali bem perto, no parque de Aguas Claras-DF...

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Mário
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15h24
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"Caetano, o que é profana"?
No Orkut, há uma comunidade muito interessante denominada "Caetano, o que é profana"? cujo objetivo é debater e interpretar letras de músicas, especialmente, enigmas como aqueles propostos por Caetano Veloso, Djavan e outros.
Eu pedi para que os membros da comunidades fizessem análises das músicas Ponteio, Disparada e a Estrada e o Violeiro. A Angel e a Fabrícia fizeram interpretações muito interessantes.
Endereço da comunidade: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=802034
D I S P A R A D A
Por Angel

Sei lá só penso assim
Disparada me lembra literatura de cordel. No cordel, os poemas se iniciam com uma apresentação do "cantador", onde ele narra suas proezas passadas, seu local de origem e que vitórias conquistou, e prossegue com uma aparente variação de assuntos onde o fator social se apresenta como valor principal: o poema como veículo que, ao colocar seu criador em contato com o meio, faz com que ele se torne conhecedor das coisas do mundo.
Tal como os cantadores de cordel, "Disparada" parece finalizar colocando-se como instrumento do pensamento coletivo, não cantando "Se você não concordar
Não posso me desculpar / Não canto pra enganar
Vou pegar minha viola / Vou deixar você de lado
Vou cantar noutro lugar"
Preferindo a ação de contar à de cantar, o poeta de "Disparada" aprende a dizer não, e a " ver a morte sem chorar", "consertar (o que) está fora de lugar e não concorda "cantar em outro lugar", como vemos em outras músicas da época.
A postura é diferente, é mais assertivo, .". O entendimento do passado não anula o presente: "Na boiada já fui boi,
Boiadeiro já fui rei, " vira "Agora sou cavaleiro / Laço firme, laço forte de um reino que não tem rei"
Por Fabrícia

Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=273550103302398253
Blog:Http://http://fabriciachagas.zip.net/
Flog:http://www.fotologbr.com.br/Deusa_fa
Eu particulamente adoro a canção!
Essa música foi uma das principais composições da época dos festivais de música popular brasileira.Com certeza o autor da música de Geraldo Vandré deve ter vivenciado o período do golpe militar, pois era época de nacionalismo exacerbado quando os jovens com um pouco de cultura e sensibilidade não se conformavam com as injustiças sociais imperantes no Brasil; os meios musicais e literários, lideranças intelectuais do país, não estavam imunes aos movimentos sociais visando melhorias para as camadas mais pobres da população. A música é linda, principalmente quando faz uma maravilhosa comparação entre a exploração das classes sociais pobres pelas mais ricas e a exploração das boiadas pelos boiadeiros, entre a maneira de se lidar com gado e se lidar com gente.
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Mário
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20h32
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A ESTRADA E O VIOLEIRO
Por Angel
Isto não é análise, é releitura
Acho que eu iria me repetir... Inicialmente lembra também a literatura de cordel, mas às vezes me parece o lamento do violeiro, como em um conto folclórico... A estrada conversa com o violeiro.
Em um momento ele se autobiografa, contando sua saga num lamento, sua solidão:"Sou violeiro caminhando só, por uma estrada caminhando", uma saga onde é um herói solitário, buscando companhia:"Pois quem anda noite e dia sempre encontra um
companheiro"
Pergunta, então à estrada: Minha estrada, meu caminho, me responda de repente
Se eu aqui não vou sozinho, quem vai lá na minha
frente"
Ao que estrada reforça que sua função é apenas ser o caminho do povo:
"Sou uma estrada procurando só levar o povo pra cidade
só
Se meu destino é ter um rumo só, choro em meu pranto é
pau, é pedra, é pó"
O violeiro é diferente, ele tem a missão, solitária, de mudar o rumo da estrada que conduz o povo, que continua indo em frente "apesar da dor, que não conta e da morte que encontra". Ele é o herói, ferido de dor, porque não há dor maior que o destino que está vivendo (a epóca de opressão, sem esperança)e ele se rebela:
Se esse rumo assim foi feito sem aprumo e sem destino
Saio fora desse leito, desafio e desafino
Mudo a sorte do meu canto, mudo o norte dessa estrada
Em meu povo não há santo, não há força e não há forte
Não há morte, não há nada que me faça sofrer tanto
É a dor que faz o violeiro continuar a despeito da "sorte".Nem a morte se compara com a dor que ele está vivendo. Ele desafia a estrada, (desafina e sai do leito) e muda a sorte do seu canto, com o protesto da sua alma, contra o que acontece com o povo, impotente diante a vida.
A estrada o responde, agora unida aos seus objetivos, a sua dor de violeiro que canta solitário vendo gente à sua frente...
"Vai, violeiro, me leva pra outro lugar
Que eu também quero um dia poder levar
Toda gente que virá
Caminhando, procurando"
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Mário
às
23h09
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Ponteio
Por Angel
É uma teoria, sei lá;;;
Era uma época que o regime ditatorial foi legitimado pela Constituição, e a promulgação de uma Lei de Segurança Nacional que levou civis a enfrentar cortes marciais, acho que Edu Lobo tentou buscar no mágico "era uma vez" dos contos de fadas, a maneira de expressar a esperança que todos têm de "ver o tempo mudado/E um novo lugar pra cantar".
A letra de "Ponteio" se estrutura como os contos de fadas, através de uma linguagem simples, e plena de ação, de um espaço e tempo indeterminados e indefinidos
("Era um, era dois, era cem/ Era o mundo chegando e ninguém (...) Ô você pra onde vai, de onde vem / Diga lá o que tem pra contar / Parado parado no meio do mundo ..."), e de um conteúdo que explica os fatos que envolvem o "herói"
("Era o mundo chegando e ninguém / Que soubesse que eu sou violeiro / Que me desse ou amor, ou dinheiro (...) Parado no meio do mundo/Senti chegar meu momento/ Olhei pro mundo e nem via / Nem sombra , nem sol e nem vento (...) Tinha um que jurou me quebrar / Mas não lembro de dor nem receio / Só sabia das coisas do mar / Jogaram a viola no mundo / Mas fui lá no fundo buscar / Se eu tomo a viola, ponteio / Meu canto não posso parar, não ...").
Numa reatualização das provas iniciatórias comuns aos contos infantis, o poeta é perguntado "pra onde vai, de onde vem / Diga lá o que tem pra contar" e se sente sozinho num mundo "sem sombra, sem sol e sem vento". Sem a viola pra cantar, vê "a morte, em redor mundo inteiro" e enfrenta "um que jurou me quebrar", sem lembrar "de dor nem receio", e corre pro fundo do mundo buscar a viola que , tal qual a varinha de condão, é portadora de poderes mágicos, permitindo o "preenchimento das fissuras dando novamente à terra, sua solidez."
Presente em todo poema, a fórmula mágica do "era um" como que costura as partes em que o poema se divide, "tecendo a trama dos destinos, comentando e questionando valores, para concluir a mensagem pela qual o poeta é responsável. Revestindo-se de metáforas, nas entrelinhas permite a verdadeira mensagem...
Por Fabrícia
Trata-se de uma canção de protesto que num primeiro momento, representava uma possível intervenção política do artista na realidade social do país, contribuindo assim para a transformação desta numa sociedade mais justa.
Ponteio era lido como o dia que virá por facções dos movimentos de esquerda, mas também a relação texto/som poderia representar a moda-de-viola, a música do Sul de Minas, uma outra idéia de Brasil...
E o mais acho que a Angel já disse!
Apenas uma complementação!
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Mário
às
23h04
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INDIVIDUAÇÃO
“Mamãe, onde eu estava quando você morava aqui com meus avós"
Individuação, talvez seja esse o conceito mais importante na obra de Carl Jung. Individuar é “tornar-se si mesmo”, atingindo os potenciais próprios de cada um. A individuação é um processo espontâneo de amadurecimento por meio do qual o indivíduo se torna o que está destinado a ser, desde o início .
Enquanto imagem, a semente de uma fruta somente poderá se desenvolver tornando-se ela mesma e não outra: semente de laranja torna-se laranja e não abacate. Nascemos “sementes” de seres humanos, porém, nós mesmos desconhecemos que tipos de semente somos, isto é, qual será nossa verdadeira identidade profunda. A grande tarefa de nossa existência é descobrirmos quem realmente somos e será esse nosso processo de individuação.
Nesse processo, o indivíduo vai entrar em contato com os arquétipos, matrizes de comportamentos herdadas enquanto espécie do inconsciente coletivo. São quatro fases:
1. conscientização da Persona (mascara através da qual o indivíduo se relaciona com o Outro e com o mundo)
2. Confronto com a Sombra (formada por conteúdos inconscientes que já deveriam estar na consciência)
3 - Confronto com a Anima (para o homem) e Animus (para a mulher) – arquétipos que trazem a consciência sua contraparte e
4 – Encontro com o Self - representado do Sábio ou Sábia
Ressalta-se que a sensação de ser, a necessidade de busca da individualização estão presentes em todas as sociedades, independente do processo de educação ou da cultura, na qual se vive. Basta observar os bebês recém-nascidos para ver características de personalidade que não podem ser explicadas apenas pela herança genética ou pelo ambiente familiar.
Certa vez, uma menina de 5 anos, ao visitar com a mãe a casa dos avós, perguntou: “mamãe, onde eu estava quando você morava aqui com meus avós e dormia neste quarto”?
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Mário
às
11h31
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ESSE TEU OLHAR...
Na semana passada, eu desenvolvi uma atividade com meus alunos da Faculdade, IMESB. Uma atividade que marca muito minha carreira docente. Trata-se da utilização da metodologia dos 3 olhares, abaixo, descrita.
Lembro que minhas queridas alunas do 3º ano da Escola Normal de Ceilândia, 2003, registraram como umas da minhas marcas.
Eu acho muito interessante exercitamos a capacidade de ver mesmo fato, situação, obra de arte sob diferentes pontos de vista. Abaixo, as letras de 3 músicas maravilhosas - Disparada, Ponteio, A Estrada e Violeiro - que dentre outras coisas nos falam do nosso processo de individuação
Eu convido meus queridos visitantes para uma análise dessas composições. E por favor não deixem de registrar nesse espaço, suas impressões, seus olhares...
![]()
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Mário
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11h08
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METODOLOGIA DOS TRÊS OLHARES NA ANÁLISE DE FILMES, PINTURAS E TEXTOS
Metodologia desenvolvida pela professora Francisca Nóbrega. Encontra-se sistematizada no livro A Palavra - Gil Carlos Pereira, Ed. Moderna. No presente caso, a referida metodologia foi adaptada para a análise de filmes, textos e pinturas.
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Mário
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10h46
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1º Olhar – O que o filme ou a pintura ou texto mostra?
ü O que o título sugere?
ü Trabalha sobre o quê?
ü De imediato, o que chamou atenção?
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Mário
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10h42
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